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“De um salto, sentei-me no estrado, assim teria mais possibilidades de agarrá-lo. E teria capturado com os pés, com os joelhos, ou entre os dentes, se tivesse sido necessário. Segurei-me com força no estrado. Tentando não errar, convencido de que minha vida dependia daquele golpe, deixei cair o remo com todas as minhas energias. O peixe ficou imóvel com o impacto e um fio de sangue escuro tingiu a água da balsa”.

Relato de um náufrago. Gabriel Gracía Márquez

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