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“Ironicamente, uma máquina de prazer permanente deixaria até de proporcionar prazer. Porque deixaria de haver contraste com as restantes inquietudes da existência: habitaríamos apenas um estado de normalidade entediante em que nada seria importante, porque nada seria valorizado em si mesmo.

Sabemos o que é felicidade porque sabemos o que é a infelicidade. E também porque aprendemos algo com as nossas infelicidades. 

(…)

Sofremos como cães pelos erros que cometemos. Escolhas profissionais lamentáveis; amores cultivados e frustrados; atitudes egoístas, covardes, impensadas – quem atira a primeira pedra?”

 

“Os Falsários”,  João Pereira Coutinho, Folha

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