um restaurante que não serve madeleines

coitada daquela garota… no sei como não passou mal. mas é tanta influência, tanta informação, tanta mensagem subliminar nas coisas hoje que dá vontade de desligar tudo, para me proteger. rebeldes em fúria nas redes sociais. quem precisa deles? quando estou sozinha, sem ter um filme interessante para ver e ninguém para conversar, os revoltosos do twitter jamais aparecem.

Caipirinhas também podem funcionar como a madelaine do proust, para mim funcionaram, foi como se através de uma simples fotografia multicolorida de capa de rede social acabasse teletransportada direto para um ano antes, no aniversário da Ju Val. Foi muito agradável, as meninas provocavam o Pablo, noivo chileno da aniversariante:

“Ju Val, você lembra daquela festa que bebeu todas até vomitar, e depois dormiu na casa daquele garoto que você disse que nunca soube o nome?”

O Pablo dava dava risada, percebia o veneno no ar. Era um restaurante mineiro na Vila Mariana, charmoso, rústico, com caipirinhas em dobro.

“Isso foi antes dela conocer a mí, o melhor de los melhores”.

Havia uma loja de móveis e objetos usados incrível por perto, na mesma rua, quadras acima, tudo vintage. Inclusive lustres e outros aparatos. Poltronas.

 

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