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Muitas homenagens marcaram o aniversário de trinta anos da morte de Elis, uma das nossas mais famosas divas. Para não passar a data em silêncio, fica aqui uma breve (juro) pausa no rock’n’roll do blog. Uma história muito curiosa é contada aqui em casa: no exato dia da morte da cantora, minha mãe estava em um laboratório, para fazer o ultrassom e saber se estava grávida de menino ou menina, quando concluiu o exame, mal conseguiu se deslocar do local tamanho furdunço de policiais, imprensa, fãs e trânsito na porta. A casa onde morava a jovem intérprete era na mesma quadra. Bom, minha mãe poderia ter me batizado com outro nome em homenagem ao fato, seria bonito. Mas, sendo fã incondicional da jovem guarda provavelmente eu escapei de chamar Walderléa ou Celly.

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